Eu sou relojoeiro. Não do tipo que conserta ou entende de relógios. Eu sou relojoeiro que vê o tempo passar. Isso não faz de mim um desocupado (talvez um pouco, afinal tenho um blog e isso nem é meu ganha pão), sou aquele que tenda entender o seu lugar no tempo e no espaçõ e faço isso observando o os aconrecimentos ao meu redor e as pessoas.
O tempo é uma obssessão minha. Acho medieval a foram como a humanidade tenta aprisionar a rodopiante areia do tempo numa reles ampulheta de vidro. Ou encaixa-lo entre as engrenagens de um relógio de ponteiros retos porém umprecisos em sua vã tenbtativa de marcar e seguir o tempo real. Nem mesmo os digitais em toda sua tecnologia são exatos. E não falo em estar atrasado ou adiantado. Marcar o tempo dessa forma é um equivoco.
A essência do tempo reside na vida e na serenidade e plenitiude. Tempo é vida, Deus é o tempo. Os relógios só servem para exaltar as pessoas. Quem não sente a angústia de "ver o tempo passar", observando os ciclos do ponteiro do relógio, ou aqueles numeros bem pequenos no canto dos visores dos relógios digitais. As sensações mais comuns nessas "horas" são: estou atrasado, ou o tempo está passando e eu não estou vivendo.
Pensa-se no tempo de forma maldita. É o tempo que não dá, é tempo que é curto, é o tempo que não passa. Ao meu duas das maiores falácias da humanidade são as seguintes expressões: estou perdendo tempo ou vou ganhar tempo. Isso é ilógico. Ninguém ganha ou perde tempo. O seu relógio de pulso pode até indicar isso, agora leve em conta que o dito cujo não passa de um simulacro do tempo real, não nenhum sentido em se preocupar com o que ele indica.
Existem alguns relógios muito bonitos. Quanto mais velhos e bem trabalhados mais caros. Isso não passa de uma tentativa de reproduzir a verdadeira beleza do tempo. Mas não vejo mau nenhum em observa-los como boas obras de arte, desde que não funcionem
Talvez o melhor refeencial para o tempo seja a história. Estuda-la a juda a se situar no tempo e no espaço e entedenr um pouco do mundo onde se caminha. Porém até nela podemos cometer anacronismos. Isso acontece quando julgamos valores e costumes de sociedades passadas a partir dos nosso valores e costumes atuais. O que é "moderno" o que é "retógrado". Muito tempo atrás está associado ao velho e ultrapassado. Só que tudo que é capaz de sobrevicer ao julgamento do tempo nunca é deixado para trás
Um mundo cresce ao nosso redor. As coisas tem seu lugar no tempo e no espaço. Moldamos esse mundo ou seus contornos pré determinados guiam nossas mãos ? Pensem nisso e discutiremos num próximo post
segunda-feira, 14 de julho de 2008
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2 comentários:
[i]Uhull...Vou ser o primeiro a comentar...
Pow, fico foda o texto, nem parece q foi escrito durante alguns minutos no horario de trabalho enquanto não tinhamos nada pra fazer...rs
Textos tão complexos me deixam meio tonto, o relógio, o tempo, anacronismo, retogrado, etc...
Q palavras dificeis, pra ler seu texto eu tenho q andar com um dicionario ao lado...xD
Brinkderinha...
MAs como disse, fico maneiro, agora soh me restar pelo proximo post...
Abçs
Renato.:
Acho que esse comentário não foi tão bem colocado("Acho medieval a foram como a humanidade tenta aprisionar a rodopiante areia do tempo numa reles ampulheta de vidro." ) Nãodevemos entender a Idade média como um retrocesso cultural, por exemplo.
O termo idade média foi criado no século XVI, na verdade esse termo sofria um preconceito por se tratar (na visão do século XVI), como uma época intermediária (antiguidade, idade média e idade moderna). No século XVI, a idade média era chamada de idade das trevas era considerada uma época de retrocesso cultural, principalmente por usar os padrões clássicos da antiguidade e até sendo chamado pelo pintor Rafael Sanzio de gótica. É importante ressaltar que a idade média tinha um conceito de não só um retrocesso cultural como também de uma interrupção do progresso humano que iniciara com a Grécia e Roma e retomado no século XVI, Ou seja, como acabei de escrever a idade Média não pode e nem deve sofrer este preconceito, ok? A Idade Média não possui nada de trevas e obscuro.
Inté,
Amanda.
"Acho medieval a foram como a humanidade tenta aprisionar a rodopiante areia do tempo numa reles ampulheta de vidro."
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